Você quer saber sobre mais detalhes sobre o folclore brasileiro? Então confira.

A festa junina é realizada em diversos países, inclusive no Brasil, cada região possui sua tradição e costumes, tendo algumas diferenças em danças, costumes e forma de vestuário, mas que o significado é o mesmo a celebração de três Santos, Santo Antônio, São João e São Pedro sendo praticado desde as crianças até aos adultos uma forma de união de paz que acaba animando e unindo a todos.
A música é caracterizada por sua simplicidade, lentidão e monotonia – que é tédio um sentimento humano estado de falta de estímulo-, a música folclórica, sobretudo em brincadeiras infantis, em ritos, danças, cantos religioso, festas como as cantigas de rodas, as modinhas, cantigas de trabalho, serenatas, cantos de velório, cantos de cemitério e outros.
As danças folcloricas acompanham as músicas rituais folclóricos sendo que as principais danças são o samba, o foro, bailão, xaxado, tirana, catira, quadrilha, maracatu. Uma das principais manifestações do folclore é a adivinhações as conhecidas adivinhas que consistem em perguntas com conteúdo dúbio ou desafiador, as famosas frases de pára-choque de caminhão, frases prontas, o trava língua, as piadas e outros.
Os brinquedos e as brincadeiras são artefatos para ser utilizado sozinho como a pipa conhecida também como o papagaio, a boneca de pano, pião, arapuca, pandorga, peteca, biboquê e outros. As brincadeiras envolvem disputas como pega-pega, esconde-esconde, resgate, nunca três e muito mais. Cada região modifica as brincadeiras alterando o nome ou a forma de brincar.
Saci Pererê
Moleque peralta
Perdeu uma perna
Não tá nem aí…
Vive aprontando
Fazendo arruaça
Pulando as cercas
Pra roubar caqui…
Vermelho é seu gorro
Na boca um cachimbo
Um sorriso maroto
De menino ou de quê?

Um dia te pego
Numa roda de vento
Te boto num vidro
De castigo, lá dentro…
Mas fazer o que com o diabinho trancado?
Que triste vai ficar a floresta sem você…
E pro caboclo explicar…
Vai ficar complicado…
O alvoroço das galinhas,
O sumiço das porquinhas…
Se não foi o Saci
Quem esteve por ali?
Pererê!
Peraí!
Eu sei do seu vem e vai com o vento…
Mas com o tempo, também me acostumo a correr…
Só não bote a carapuça
Para que eu possa te ver!
E lembre-se de rir bem alto, mata adentro
Ouvindo sua risada
Não me perco de você!